quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Os 7 Espíritos de Deus.

O número 7 implica a completude de Deus. Perfeição. Plenitude. Pode indicar ciclos de 7 ou 70 anos. Por diversas vezes o 7 aparece na Palavra de Deus ou nela está implícita. Por exemplo, Jesus mandou perdoar 70 vezes 7. Podemos citar os 7 dons que o apóstolo Paulo escreve em Romanos 12:6-9 (profecia, ministério, ensino, exortação, repartição, presidência, misericórdia) e as 7 unidades de Efésios 4:4 – 6 (um só corpo, um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só Batismo, um só Deus e Pai).
.::. Podemos observar também as 7 características principais da Sabedoria em Tiago 3:17 (pura, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia, sem parcialidade, sem hipocrisia) e as 7 graças em 2 Pedro 1:5 – 7. Jesus Cristo possui sete principais dons no Evangelho de João (sua carne – 6:51, sua vida – 10:11, seu exemplo – 13:15, seu conforto – 14:16, sua paz – 14:27, suas palavras – 17:8,14, sua glória – 17:22) e 7 títulos principais na carta aos Hebreus (Herdeiro de Tudo – 1:2, Príncipe da Salvação – 2:10, Apóstolo – 3:1, Autor da Salvação – 3:9, Precursor – 6:20, Sumo Sacerdote – 10:21, Autor e Consumador da Fé – 12:2). E muito mais!
.::. Mas, longe de parecer místico ou supersticioso com relação ao número 7, gostaria de escrever aos leitores deste blog sobre os maravilhosos 7 Espíritos de Deus. Esses Espíritos são simbolizados na Palavra de Deus como os 7 castiçais de ouro da visão de João em Apocalipse 1:12, os quais caracterizam Jesus Cristo e seus atributos! Nessa visão, João, em espírito, contempla em meio a estes 7 castiçais de ouro, “… um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.” Ou seja, Jesus Cristo, em todo Seu poder e Glória! Aleluias!
.::. Os 7 Espíritos de Deus são simbolizados no Antigo Testamento através da Menorah, que constitui o símbolo de Israel, palavra hebraica que significa candelabro, suporte para lâmpadas. Na Menorah, há 7 lumes de lâmpadas, uma haste central e 3 braços que saem de cada lado. Cada um dos sete tinha uma tigela para o óleo, que era retirada diariamente pelos sacerdotes para limpeza e recomposição do óleo. Transcrevendo os versículos do Salmo 150, os manuscritos hebraicos reproduzem com freqüência a Menorah, o famoso candelabro com sete braços, colocado no Santo dos Santos do templo de Jerusalém. Assim, sugerem uma bonita interpretação deste Salmo, um verdadeiro e próprio Amém na oração de sempre!
.::. O texto bíblico que gostaria de citar é:
(Isaías 11:2) – E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.
.::. Lendo esse lindo versículo, que profetiza sobre os 7 Espíritos do Senhor em Jesus Cristo, o homem completo e perfeito, observamos que os 7 espíritos são: Espírito Santo, Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Conhecimento e Temor do Senhor.
::: 1 – Espírito Santo
.::. O primeiro Espírito é o próprio Espírito de Deus, o Espírito Santo. Ele é uma pessoa e tem sentimentos, assim como o Pai e o Filho. Seu principal objetivo é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). Tudo é por Ele e para Ele. Como você sabe que é um pecador? Quem te falou isso? Não outro senão o Espírito Santo. Ele só veio até nós pela morte do Filho de Deus, Jesus Cristo. Para saber mais sobre Ele, leia o artigo “O Poder do Espírito Santo” dest blog.
::: 2 – Espírito de Sabedoria
.::. O segundo Espírito é o Espírito de Sabedoria. Em Provérbios 2 somos instruídos por Deus para buscarmos a sabedoria com todas as nossas forças e com todo o nosso entendimento, com toda a nossa alma e de todo o nosso coração. Isso porque é através dela que possuímos o pleno conhecimento de Deus e o temor do Senhor.
(Provérbios 2:5) – Então entenderás o temor do SENHOR, e acharás o conhecimento de Deus.
.::. Deus criou todo o universo com sabedoria demasiadamente elevada. Tudo está na mais perfeita ordem, obedecendo a leis complexas e cumprindo propósitos. Ninguém precisa se preocupar com estrelas, galáxias, com o Sistema Solar ou mesmo com sua própria respiração. Repito, tudo está na mais perfeita ordem! Nem o maior e melhor cientista do mundo consegue compreender o mistério da criação do Universo! Aleluias!
(Salmos 104:24) –  Ó SENHOR, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas.
(Salmos 111:10) –  O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre.
.::. A sabedoria nos conduz a uma vida simples e prática, de acordo com a maravilhosa vontade de Deus. Somos instruídos a praticar o bem e fugir do mal. O juízo está sobre nós com a sabedoria. Praticamos a justiça divina, e não concepções falsas e passageiras de homens. Passamos assim a pensar como Cristo pensa. Com a sabedoria de Deus, entendemos o por quê de todas as coisas.
.::. O homem mais sábio de todos os tempos foi Salomão, filho do Rei Davi. Deus falou para Salomão Lhe fazer um pedido. Ele poderia ter pedido qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo! Que privilégio de Salomão! Mas, ele pediu sabedoria para guiar o povo de Israel por pastos verdejantes e águas tranquilas! Deus ficou entusiasmado e surpreso com Salomão! Logo, recebendo de Deus sabedoria, foi um homem completo em todas as áreas da vida que um homem comum possa desejar! ninguém jamais foi tão bem sucedido como Salomão! Deus o amou por um pedido maravilhoso! Na realidade, Salomão, pelo Espírito Santo, sabia que se tivesse sabedoria, teria todas as coisas que desejasse! Isso é maravilhoso!
::: 3 – Espírito de Entendimento
.::. O terceiro Espírito citado em Isaías 11:2 é o Espírito de Entendimento. Entendimento implica compreensão. E alcançamos compreensão com a sabedoria, citada anteriormente. Importantíssimo, o Espírito de Entendimento responde a muitos questionamentos que clama a alma humana! Auxilia-nos em tomadas de decisões presentes e futuras, além de trazer a mente do homem uma completa identificação com a mais perfeita e pura vontade de Deus! Quem muito falou sobre o entendimento foi Salomão, no livro de Provérbios.
(Provérbios 1:3) –  Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;
(Provérbios 2:2) –  Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;
(Provérbios 2:6) –  Porque o SENHOR dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.
(Provérbios 3:4) –  E acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem.
(Provérbios 3:5) –  Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. [Buscar o entendimento do Espírito do Senhor]
(Provérbios 3:19) –  O SENHOR, com sabedoria fundou a terra; com entendimento preparou os céus.
(Provérbios 4:7) –  A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.
(Provérbios 6:32) –  Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma.
(Provérbios 8:14) –  Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.
(Provérbios 9:6) –  Deixai os insensatos e vivei; e andai pelo caminho do entendimento.
(Provérbios 10:13) –  Nos lábios do entendido se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.
(Provérbios 10:21) –  Os lábios do justo apascentam a muitos, mas os tolos morrem por falta de entendimento.
(Provérbios 11:12) –  O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado.
(Provérbios 12:8) – Cada qual será louvado segundo o seu entendimento, mas o perverso de coração estará em desprezo.
(Provérbios 13:15) – O bom entendimento favorece, mas o caminho dos prevaricadores é áspero.
(Provérbios 14:29) –  O longânimo é grande em entendimento, mas o que é de espírito impaciente mostra a sua loucura.
(Provérbios 15:21) –  A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem entendido anda retamente.
(Provérbios 15:32) –  O que rejeita a instrução menospreza a própria alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento.
(Provérbios 16:22) –  O entendimento para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrução dos tolos é a sua estultícia.
(Provérbios 17:16) –  De que serviria o preço na mão do tolo para comprar sabedoria, visto que não tem entendimento?
(Provérbios 17:18) –  O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador na presença do seu amigo.
(Provérbios 17:27) –  O que possui o conhecimento guarda as suas palavras, e o homem de entendimento é de precioso espírito.
(Provérbios 19:8) –  O que adquire entendimento ama a sua alma; o que cultiva a inteligência achará o bem.
(Provérbios 21:16) –  O homem que anda desviado do caminho do entendimento, na congregação dos mortos repousará.
(Provérbios 23:23) –  Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.
(Provérbios 24:3) –  Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece;
(Provérbios 24:30) –  Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento,
(Provérbios 28:16) –  O príncipe falto de entendimento é também um grande opressor, mas o que odeia a avareza prolongará seus dias.

::: 4 – Espírito de Conselho
.::. O quarto Espírito é o Espírito de Conselho. O Espírito Santo é o nosso principal Conselheiro, por ser este um atributo de Deus. Longe de ser uma concepção humana, conselho implica autoridade, pois o homem nunca pede conselho a alguém que tome por inferior a ele. Conselho responde a questionamentos, dúvidas. O Conselho do Senhor é para que vivamos toda a nossa vida buscando ardentemente pela Sua maravilhosa presença, pois Nela há Conselho, perdão de pecados, restauração. Na Bíblia, os reis de Israel e Judá eram instruídos pelos profetas do Senhor. quando os reis se afastavam de Deus pela desobediência e rebeldia, o próprio Senhor levantava um profeta ungido para aconselhar o rei e o povo para voltarem para os braços do Pai. Como foi o caso do profeta Elias com o rei Acabe, por exemplo. Logo, o principal objetivo do conselho é fazer com que o homem restaure a sua comunhão com o Pai e volte para a presença de Deus!
::: 5 – Espírito de Fortaleza
.::. O quinto Espírito é o Espírito de Fortaleza! Glória a Deus! Ser forte em Deus, no Senhor Jesus Cristo! Não é entrar em uma academia ou se preparar para uma batalha! Não consiste em força física, mas espiritual. E, como nos tornamos fortes espiritualmente? Orando, jejuando e lendo a Palavra do Senhor! O Rei Davi se expressa da seguinte forma:
(Salmos 18:1) –  EU te amarei, ó SENHOR, fortaleza minha.
(Salmos 18:2) –  O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.
(Salmos 31:3) –  Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; assim, por amor do teu nome, guia-me e encaminha-me.
(Salmos 37:39) –  Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia.
.::. Nossa fortaleza é Deus! Logo, o Espírito de Fortaleza é o próprio Espírito de Deus que vem habitar em nós, com todo seu resplandecer e glória! Isso não quer dizer que sairemos por aí levantando ônibus e caminhões com os dentes. Não! Isso implica que diante das tribulações, ventos e tempestades da vida seremos mais do que vencedores, em Cristo Jesus! Seremos fortes para realizar a vontade de Deus! Seremos fortes para fugirmos do pecado e de toda imundícia deste mundo! Seremos fortes o suficiente para resistirmos ao Diabo a para o vencermos pelo sangue do Cordeiro! Glória a Deus! Aleluias!
::: 6 – Espírito do Conhecimento
.::. O sexto é o Espírito do Conhecimento. Não esse conhecimento que o mundo entende ser conhecimento. Mas o Conhecimento de qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus!
(Romanos 12:2) –  E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
.::. Conhecimento da Palavra de Deus! Conhecimento das coisas espirituais, que se discernem espiritualmente! Conhecimento da vontade do Senhor para nossas vidas! Isso é o conhecimento bíblico, da Palavra do Pai!
(Salmos 53:4) –  Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniqüidade, os quais comem o meu povo como se comessem pão? Eles não invocaram a Deus.
.::. Conhecimento está diretamente ligado à sabedoria e ao entendimento. O conhecimento sem ambos torna-se inútil. Conhecer é preciso, mas também é necessário que absorvamos o conhecimento de Deus para nossas vidas com entendimento do que Ele pensa ou requer de nós! A sabedoria nos leva diretamente aos sonhos do Pai para nossas vidas, com o perfeito entendimento do conhecimento da Verdade.
(Colossenses 1:10) –  Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus;
(I Timóteo 2:4) –  Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.
(João 8:32) –  E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.


(I João 4:2) –  Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;


::: 7 – Espírito do Temor do Senhor
.::. O sétimo Espírito é o Espírito de Temor do Senhor. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”, como lemos anteriormente. Temor implica em respeito pela santidade de Deus. Temor não implica em medo dos castigos de um “Deus castigador”. Deus é amor. É necessário que tenhamos amor e respeito pelo Pai. Que entremos em Sua presença com espírito humilde reconhecendo toda Sua grandeza, majestade, honra, glória, sabedoria e riqueza! Isso é temor! O temor do Senhor nos leva a compreender que o Pai criou os céus e a terra pelo poder da sua maravilhosa Palavra! O temor leva-nos a entender que Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou seu único Filho, Jesus Cristo, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16). Com o temor do Senhor, cremos que foi pela Palavra de Deus que todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele. Apenas pelo temor do Senhor podemos aceitar o amor de Jesus Cristo, que levou sobre si as nossas enfermidades, e nossas dores tomou sobre si (Isaías 53:4), sugando na cruz do calvário todos os nosso pecados! Apenas pelo temor do Senhor, equivalentemente, cremos que Jesus Cristo irá voltar em breve para buscar a Sua Igreja, imaculada e sem rugas, e que no dia do juízo todos ressuscitarão dos mortos e serão julgados pelo que fizeram em carne, seja o bem, seja o mal.
.::. Estudando sobre os 7 Espíritos de Deus, pelo poder do Espírito Santo, vemos que eles constituem um ciclo, interdependentes uns dos outros, que formam a plena unidade de Deus. Um não existe sem o outro. Eles se relacionam entre si e juntos formam aquilo que entendemos por Pai, Filho e Espírito Santo. Mas, não podemos confundir algo muito importante, pois Deus Pai, Filho e Espírito Santo são uma só pessoa. Os Espíritos de Deus são os atributos da Trindade Divina, incluindo o Espírito Santo por este representar a completude de Deus.
.::. O livro do Apocalipse trata sobre os 7 Espíritos de Deus de forma profética:
(Apocalipse 1:4) –  João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz seja convosco da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono;
(Apocalipse 3:1) –  E AO anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.
(Apocalipse 4:5) –  E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus.
(Apocalipse 5:6) –  E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.
.::. Minha intenção com este artigo não é fazer um estudo profundo sobre isso, pois, com certeza, dariam livros e mais livros.
.::. Quero profetizar sobre sua vida que você receba, em nome de Jesus Cristo, todos os Espíritos de Deus em Sua plenitude! Que você seja cheio do Espírito Santo e receba os atributos de Deus, de acordo com a vontade do nosso único e suficiente Senhor e Salvador, Jesus Cristo, para que tenha uma vida de acordo com a vontade do Pai, em perfeita comunhão com o Espírito Santo!
.::. Que Deus o abençoe, em nome de Jesus! Amém!
(Efésios 1:17-19) – Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder.

FONTE ESTUDO:http://freelives.wordpress.com

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Onde Estão os Apóstolos?

Por: John Walker
Em 1958 aconteceu algo que mudou minha vida e ministério. Um irmão em Cristo mostrou-me, baseado no Novo Testamento, que Jesus não voltará até que haja uma igreja gloriosa para recebê-lo (Ef 5.27), e que os meios para preparar a igreja são os apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Vemos também em Ef 2.20 que os apóstolos e profetas são o fundamento da igreja. Aprendemos em 1 Co 12.28 que há ministérios na igreja: “…primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres…”
Durante os últimos quarenta anos tenho perguntado: “Onde estão os apóstolos?” O maior evento na história da humanidade será a segunda vinda de Jesus Cristo. Isso só será possível com o aparecimento de uma “igreja gloriosa” e tal igreja só poderá ser formada através do ministério apostólico.
Não há apóstolos no Velho Testamento. O ministério principal é o do profeta. O primeiro apóstolo foi Jesus Cristo (Hb 3.1). Jesus escolheu doze apóstolos que se tornaram o fundamento da igreja. Mas o ministério dos apóstolos não terminou com os doze, nem com o apóstolo Paulo. Pelo contrário, Paulo nos ensina em suas epístolas que o ministério apostólico é necessário para o aperfeiçoamento da igreja nos últimos dias antes da segunda vinda de Cristo.
Os primeiros apóstolos anunciaram a ressurreição de Jesus Cristo. Os últimos apóstolos anunciarão a segunda vinda de Jesus Cristo.
À medida que os primeiros apóstolos desapareceram, a igreja perdeu seu poder, pureza e unidade. Somente com a restauração do ministério apostólico haverá a restauração da igreja.
Ainda que há muitos aspectos que precisam ser entendidos sobre o ministério apostólico, o espaço nos permite tratar de apenas um, que nunca é mencionado em qualquer discussão sobre o assunto. Refiro-me a Israel. Um homem de Deus disse certa vez que se quisermos entender a Bíblia, precisamos entender Israel. A chave da Palavra de Deus, do plano de Deus, é Israel.
O Senhor disse a Abraão, “…em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). O Novo Testamento começa com estas palavras: “Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1). Gl 3.13-14 declara que “Cristo nos resgatou da maldição da lei…para que aos gentios viesse a bênção de Abraão em Jesus Cristo.” O apóstolo Paulo declarou que “…pela revelação me foi manifestado o mistério…o qual em outras gerações não foi manifestado aos filhos dos homens, como se revelou agora no Espírito aos seus santos apóstolos e profetas, a saber, que os gentios são co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho” (Ef 3.3,5,6).
Uma leitura cuidadosa de Romanos 11 e Efésios 2.11-22 torna claro, para mim, que, nos últimos dias, Israel natural (o judeu) e Israel espiritual (o gentio) serão reconciliados em um novo homem, o corpo de Cristo. Esta revelação restaurará o ministério do apóstolo. Títulos não resolvem. Sinais e milagres não resolvem. Evangelismo e estabelecimento de novas igrejas (ainda que importantes) também não resolvem. Somente a revelação do “mistério” poderá produzir os últimos apóstolos, assim como produziu os primeiros. O ministério apostólico restaurado será, então, o instrumento que ajudará a trazer a resposta à oração de Jesus registrada em João 17.21: “…para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” Esta será a igreja gloriosa que será apresentada a Jesus Cristo na sua segunda vinda.
Uma última palavra de alerta: Aos olhos de Deus os apóstolos são os primeiros (1 Co 12.28), mas aos olhos dos homens são os últimos. “Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, tanto a anjos como a homens” (1 Co 4.9). Esta é a atitude que caracteriza o verdadeiro ministério apostólico.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

AS TRÊS UNÇÕES DO REI DAVI


Isaías 61: 1
01. O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;

      INTRODUÇÃO
                 Esta mensagem tratará de um assunto dos mais importantes no meio do povo de Deus na face da terra, pois muitos pensam ter e não tem, e outros tem e não sabem
                 A unção é muito importante no exercício da autoridade espiritual, sendo mesmo indispensável na vida de todo cristão. No Antigo Testamento conhecemos três tipos de pessoas eram ungidas para um ministério sobrenatural, e esta unção se dava com o óleo de azeite o óleo da unção era derramado sobre a cabeça daquele o qual fosse escolhido.
                 Porém, devemos entender e aprender que também existia no TANAKH (antigo testamento), três tipo de óleo de azeite, diferente um do outro em seu uso e finalidades, sendo o azeite da Unção, o azeite da Alimentação e o azeite da Lâmpada. Mas porque Deus ordenava que estes fossem ungidos com o óleo puro do azeite? Qual seria o real objetivo dessa unção nas vidas dos escolhidos?
                 A unção traz a autoridade espiritual na vida dos que crêem como descreve no Antigo testamento e também traz a autoridade espiritual por que capacita a pessoa escolhida para realizar uma missão especial. Vejamos então os três tipos de azeite:

- O AZEITE DA UNÇÃO
                 Este não era um condimento, não era um azeite comum, pois seria ele o azeite escolhido para que se realizasse a unção sobre a cabeça do escolhido para que no mundo físico e no mundo espiritual todos soubessem que o ungido era uma pessoa especial e separada para tal. Este era o óleo derramado na cabeça de Arão descrito em Êxodo 29 e 30.
                 O azeite usado na unção era o primeiro azeite extraído dos primeiros frutos da oliveira, sendo de alto preso e de altíssima qualidade, este azeite não poderia ser usado para outro fim, se não o de ser derramado na cabeça do escolhido.

- O AZEITE DA ALIMENTAÇÃO
                 Este era o segundo azeite extraído do fruto da oliveira, usado na alimentação dos judeus, sendo amplamente inserido no preparo de diversos tipos de alimentos, e podemos observar no livro de I Reis 17, onde o profeta Elias habitando próximo ao ribeiro de Querite tem um diálogo com uma viúva, e fica sabendo que ela tinha pouco azeite para lhe fazer um bolo. Mas com a obediência na palavra do profeta, ouve então o milagre da fartura de alimentos .

- O AZEITE DA LÂMPADA
                 Este era um outro tipo de azeite, que na extração era o terceiro óleo saído da prensa de pedra, um pequeno comentário, sobre o Getsêmane, que significa “prensa, lugar do azeite”, foi por isso que Jesus estava lá quando em seus últimos momentos transpirava sangue, ele estava sendo prensado por nossos pecados, e o azeite que estava sendo derramado era o seu sangue.
                 Mas este tipo de azeite nós podemos observar relatado em Mateus 25, quando vemos o próprio Jesus falando da dez virgens, e que cinco delas tinha azeite em suas lâmpadas, e outras cinco não possuíam o azeite que produzia a luz.

      PARA QUEM ERA O AZEITE DA UNÇÃO?
                 Agora que conhecemos os azeites, e sabemos que o azeite mais valioso era o que se usava na unção dos escolhidos, vejamos que então eram estes escolhidos, e quem deveria receber em suas cabeças o derramamento do azeite. A saber, eram três os merecedores do azeite da unção preciosa.
               
PRIMEIRO
Os Sacerdotes - (Ex 29,29-30 e 30,30) – A unção de Arão
                 Neste episódio vemos o próprio Jeová mandar a Moisés separar a Arão para o sacerdócio e derramar sobre sua cabeça o azeite puro. Então assim Arão estava marcado, selado, capacitado para uma missão, ser o Sumo Sacerdote.

O SEGUNDO
Os profetas - (I Rs 19:16) – A unção de Elizeu
                 Antes de o profeta do fogo, Elias, ser levado em uma carruagem para o céu, Jeová manda que ele vá ungir a Elizeu para ser profeta em seu lugar. Então sabemos que o azeite puro e valioso é para ser derramado no ministério do profeta.

O TERCEIRO
Os Reis - (I Sm 9:16) – A unção de Saul
                 Quando o povo de Israel, começa a ter inveja dos outros povos, dizendo que todos tinham reis e eles não, Deus manda o profeta Samuel ungir a um jovem da tribo de Benjamim, chamado Saul, para ser o primeiro monarca do povo judeu.

                 Sabe o que aprendo aqui? Que não ouve, não há e nunca haverá ministério sem a presença do azeite.

       AS TRÊS UNÇÕES DO REI DAVI

                 Na bíblia sagrada ouve apenas duas pessoas que recebeu as três unções, e uma delas foi Davi, filho de Yishai, ou Jessé, da tribo de Yuhuda, ou Judá, isso muito me chamou a atenção. Mas poucos sabemos que Davi, não recebeu apenas uma unção com o óleo de azeite, aquela que foi realizada pelo profeta Samuel, mas ele foi ungido três vezes. Mas quem foi Davi?
Davi foi nada mais e nada menos do que o maior monarca na história judaica, líder justo e inteiramente devotado a seu povo, Davi foi, acima de tudo, um homem da mais profunda fé, responsável por abrir as portas do arrependimento para todas as gerações futuras.
Um dos "Sete pastores" do povo judeu, o rei Davi alcançou o ápice da grandeza espiritual e o Zohar, o livro do esplendor, o equipara aos três Patriarcas por ter sido, como eles, um homem que dedicou sua vida a servir a Deus. Guerreiro poderoso e invencível, Davi consolidou as 12 tribos de Israel em uma única nação, forte e unida. Derrotou seus inimigos, transformando-a em uma terra segura e próspera, que legou de herança a seu filho, o rei Shalomom ou Salomão. Davi deixou a todos os judeus e a toda a humanidade, um legado de fé e coragem, bem como a dinastia real de Israel da qual viria o Mashiach, escreveu mais da metade do sefer Tehilim, Livro dos Salmos.
                 Assim, este homem viveu sob as três unções vindas do céu.

Unção profética
                    Estava Davi, a trabalhar no pasto e seus irmãos a “vagabundar” em casa (é por isso que vagabundo não tem ministério, pois Deus não chama pessoas vadias), quando alguém vem lhe chamar dizendo que o profeta Samuel estava em sua casa e queria lhe ver. Vejo pela fé, o jovem Davi descendo as campinas de Belém correndo, quase perdendo o fôlego, só para ter um encontro com o profeta de Deus.
                 No momento que Davi chega, o Eterno fala ao coração do profeta e diz para ungi-lo, pois este será o rei de Israel. Então Samuel derrama o óleo em sua cabeça.
                 Uma unção profética, que fez de Davi um profeta e futuro rei, pois vemos em muitas fazes da vida de Davi esse ministério, a saber, quando ele pega cinco pedras para matar a Golias e usa somente uma, pura profecia. E o que disser das últimas palavras de Davi, quando ele diz que o Espírito do Senhor falou por mim e sua palavra esteve em minha boca. Sim! Davi era um profeta ungido de Deus.
                 
Unção de Rei
                    Estava Davi em uma conversa com o Eterno, pois era ele um profeta. Nesse momento Davi pergunta ao Senhor se deveria subir a alguma cidade, e Jeová diz que sim, e o profeta pergunta: qual cidade? E novamente Deus responde: Hebrom. Então Davi sobe a Hebrom, e chegando lá, os homens daquele lugar ungiram a Davi, rei sobre eles, onde então Davi permanece por sete anos reinando fielmente. Entre a primeira e a segunda unção pode ter se passado cerca de 13 anos.
                 Sim! Esta é a unção de rei que precisamos ter em nossas vidas, pois os céus pertencem a Deus, mas a terra ele deu aos homens. E então a unção dos homens de Hebrom fez de David um rei humano que governava, sobre sua própria vida, família, casa, e lugar, pois todo rei só é rei se tiver o que e a quem governar.
               
Unção sacerdotal:
Davi estava tranquilamente reinando em Hebrom, aparentemente tudo ia bem, e sua fama corria por todos os lugares, mas no fundo do coração Davi sabia que na hora de Deus ele chegaria ao trono que era de Saul (II Sm 2:7), o trono de Israel.
Davi já possuía a unção do profeta, e a unção do rei, só que ainda lhe faltava uma, e sem essa seu ministério não estaria completo. Mas Passados sete anos e seis meses (II Sm 2:11) e sabendo que sete simboliza a perfeição de Deus e seis a formação do homem, isso nos revela que Hebrom na vida de Davi era o cumprimento do tempo de Deus (Kairos) e no tempo do homem (Cronos) para chegar o momento da benção maior.
Então todos aos anciãos de Israel subiram a Hebrom e rogaram, ou seja, pediram com insistência, para que Davi reinasse sobre Israel (I Cr 11:3), e ali ungiram a Davi Rei sobre todo o povo de Israel. Uma unção vinda dos anciãos de Israel, que neste contexto eram os membros do Sanhedrin, (o supremo conselho Judeu) que também era composto por sacerdotes do povo. E quando Davi aceita, eles derramam o óleo na cabeça de seu novo rei, só que dessa vez seria diferente, pois era a última unção na vida de Davi, que iria concretizar sua vida no ministério de Deus, veja o por que na conclusão final.

CONCLUSÃO

Primeira unção de Davi:
                 Davi tinha entre 15 a 17 anos de idade quando recebeu a primeira unção. Ele foi chamado, escolhido, por isso foi ungido. As façanhas de Davi começaram após a primeira unção. Ele começou a matar gigantes depois que foi ungido, depois que o Espírito do Senhor veio sobre ele. Se Davi tivesse desafiado Golias sem a unção, provavelmente teria acabado na ponta da espada de Golias. Mas a luz dessa palavra eu te pergunto: O que é a unção em nossas vidas? E será que temos buscado essa unção em nossas vidas. Eu te digo:
                 A unção é a plenitude do Espírito Santo. Se nós, sem unção, sairmos a desafiar Golias por aí, ou quisermos reinar em alguma área, possivelmente seremos desapontados, pois todos os obstáculos e inimigos são um protótipo, a figura do diabo. Precisamos esperar como os apóstolos até que sejamos revestidos da força do alto…
                 Quando Davi vai ser ungido Rei sobre todo o Israel, ele pede para que os sacerdotes e anciãos esperem, e então ele vai a te a sala do trono e pega de lá a taça real, na qual somente o Rei poderia beber, taça essa que tinha uma capacidade de aproximadamente três litros. David então põe a taça em baixo de sua barba ruiva e manda que seja agora derramado o azeite da unção, e fala aos anciãos, NÃO PAREM ATÉ QUE A TAÇA SEJA CHEIA! Davi queria a unção total a qual também teria sido derramada por Moises, na cabeça de Aron, seu irmão. E isso está escrito no Sefer Tehilim 23:5b, (livro dos Salmos).
                 Quero que você não pare agora até que a plenitude do Espírito Santo esteja em sua vida, pois sem a ação do Espírito Santo você pode ser derrotado. Como Davi somente mais um homem teria recebido as três unções em sua vida. Talvez você pense que teria sido Moises, ele foi profeta e sacerdote, mas ele não foi rei do povo foi um juiz, ou o profeta Samuel, mas esse também não foi rei. Davi era um prenúncio da vinda do próximo homem que teria as três unções, seu nome seria YESHUA MASHIACH, ou seja JESUS O UNGIDO.
                 No Antigo Testamento, a unção era feita com óleo, no Novo Testamento a unção é traduzida como “O Espírito Santo vindo sobre uma pessoa”. Você pode receber hoje as três unções em sua vida, pois assim diz a palavra de Deus.

I Pe 2:5 - Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.
Ap 5: 10 - E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
Ap 1: 6 - E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.
Ap 11: 18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Ef 4: 11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,

Fonte de estudo: Pr. Alexandre AugustoQuadrangular - Itajubá/MG

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira? 

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio! 

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde". 

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. 

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"! 

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo! 

Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino". 

Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram - se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.

Causa-nos um choque conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira - João 8:13-16 - "Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro. Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 - " Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não podeis ouvir a minha palavra. 

Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes? 

Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus."
No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

A Origem da Cruz no Cristianismo

          Venerar o Instrumento da Morte de Jesus? Por que o instrumento de madeira no qual Satanás destruiu a vida humana do Senhor Jesus deveria ser venerado, adorado e designado como um sinal sobre o povo de Deus? Se um parente muito chegado, ou um amigo intimo fosse assassinado, guardaríamos a arma usada em ato tão vil? Iríamos venerar ou marcar sobre nós sua forma e sobre todos os que amavam a vítima? Iríamos desenvolver algo tão doentio, que nos levasse a imaginar que não poderíamos lembrar do falecido a menos que colocássemos o maldito instrumento da sua morte diante dos nossos olhos? Seria possível o instrumento nos fazer esquecer o falecido? Poderíamos permitir que o instrumento que o matou o substituísse em nossa afeição? Poderíamos chegar até mesmo a adorar o instrumento em parte ou plenamente? Se alguém agisse dessa forma, certamente seria visto como acometido de loucura.

          Por que então, os homens cometem esta tolice no caso da cruz de Cristo? Se a intenção deles fosse celebrar a vitória de Satanás, tal conduta seria justificada; mas que outra base existe fora dessa? Algum outro motivo além do amor a Cristo deve ter originalmente preparado esta veneração da cruz, mas a explicação para tal só seria encontrada no costume Católico, depois que os homens tivessem sido ligado a ela (cruz) por meio da superstição.

A Cruz vem do Paganismo

           A cruz foi conhecida nos cultos pagãos? Certamente que sim. Podemos encontrá-la nas relíquias dos Babilônios e Assírios; ela pode ser vista na mão dos maiores deuses Egípcios (na forma da cruz ansata). C. W. King comentou: É espantoso como os simbolismos dos Egípcios e os de segunda mão dos Indianos passaram a ser usados nos tempos subseqüentes. Desse modo, a mitra e o cajado em forma de gancho do (falso) deus, se tornou a mitra e báculo do bispo; o termo "nun" (freira) é puramente egípcio e tinha o mesmo significado atual: o oval ereto, símbolo do Principio Feminino da Natureza, se tornou a "Vesica Piscis" (Bexiga do Peixe) e uma figura para coisas Divinas; a "Cruz Ansata", testificando a união do Principio do Macho e da Fêmea na forma mais obvia e indicando fecundidade e abundância, conforme é levada na mão do (falso) deus, é transformada por uma simples inversão no Globo encimado pela cruz e a insígnia da realeza (Os Gnósticos e Suas Relíquias, pg. 72).
Crus Ansata (ou tau)
Vesica Piscis (Bexiga do Peixe)
          Veremos que ela sempre foi um objeto de veneração entre os Budistas; os Druidas a enfeitavam e atavam seu carvalho sagrado na forma de cruz; e os espanhóis ficaram surpresos quando a viram erigida e cultuada entre os nativos pagãos no México. E em toda parte o significado do símbolo era o mesmo: a vida e fecundidade, pois indicava a união dos sexos e era o grande símbolo do culto da Natureza. E este fato nos permite entender porque algumas vezes, tal como acontece entre os Budistas e Maniqueus, ela aparece como uma cruz brotando e florescendo.

          Da mesma podemos perceber a origem do tratamento dado a ela no Ofício Romano da Cruz: “Salve, ó Cruz, madeiro triunfal, verdadeira salvação do mundo, entre as árvores não existe nenhuma como tu em folha, flor e botão”. Na verdade, esta rapsódia foi colocada em versos pelos conspiradores de Oxford, para os membros da Igreja da Inglaterra, através das seguintes palavras: “Ó Cruz fiel, tu madeiro inigualável, floresta nenhuma pode produzir outra semelhante a ti, em folha, flor e botão. Doce é a madeira e doce o peso, e doce os cravos que em Ti penetram, ó doce madeiro”. Mas pior ainda é a outra forma em que ela aparece nos “Hinos Antigos e Modernos”, o Hinário mais popular da Igreja Estabelecida: “Cruz fiel, acima de todos os outros, o único Madeiro nobre; nenhuma se iguala a Ti na folhagem, no florescer e nos frutos; madeiro mais fragrante e cravos mais doces, peso mais suave é colocado sobre ti”. É possível acreditar que a Inglaterra aceite esse disparate sentimental pagão como cristianismo, e ainda mais no alvorecer do século vinte? O tempo realmente chegou para o cumprimento da profecia: “As trevas cobrirão a terra, e densas trevas os povos”.

Sua introdução no Cristianismo 

          Mas se a veneração da Cruz pelos cristãos parece anormal, e sabemos que o símbolo era um objeto de culto universal no mundo pagão, é possível encontrar algum exemplo histórico da sua transferência do paganismo para o cristianismo? Sobre isso a seguinte citação de Wilkinson pode trazer alguma luz, e mostrará, pelo menos, que eminentes autoridades tiveram vislumbres do fenômeno para a qual a atenção do leitor está sendo dirigida: “Outra cerimônia representada nos templos era a benção concedida pelos deuses sobre o rei, no momento em que ele assumia as rédeas do governo, Eles punham as mãos sobre ele e o presenteavam com o símbolo da vida (a Cruz Ansata), prometendo que seu reino desfrutaria de tranqüilidade, com certa vitória sobre seus inimigos; o rei recebia as boas-vindas (dos deuses) e também declarações apropriadas de aprovação; e por cima disso, em outras ocasiões, o tau (T) sagrado, ou o sinal da vida, era presenteado a ele, um símbolo que, com o centro de pureza, era geralmente colocado nas mãos dos deuses”.

          Estas duas coisas eram consideradas as maiores dádivas concedidas ao homem pela divindade... um fato marcante pode ser mencionado com respeito a esse sinal hieróglifo (o tau, ou cruz ansata) que os cristãos primitivos do Egito adotaram no lugar da cruz, fixando-a para inscrições, da mesma forma que a cruz nos tempos posteriores (Egípcios Antigos). Em outras palavras, eles continuaram a ver o tau (T) ou cruz ansata, mesmo depois de terem assumido o nome de cristão, exatamente como faziam quando eram pagãos reconhecidos. Entretanto, no decorrer do tempo, quando se fez necessário ocultar seu evidente paganismo debaixo de um grosso véu, eles mudaram a cruz ansata (T) para o formato mais comum da cruz.O significado era o mesmo, embora não o expressasse tão amplamente.

           Ajuntando todos os fatos que foram reunidos, explicamos a origem da veneração da cruz:
          1. O símbolo era um objeto de adoração no culto pagão à natureza, como símbolo da vida
          2. Sua forma geralmente se assemelhava à cruz onde os escravos e os que não tinham cidadania Romana eram executados;
          3. Satanás por meio da cruz empurrou para dentro do cristianismo um símbolo do paganismo.

           No terrível momento de Sua morte, parece que nosso Senhor Se submeteu ao poder de Satanás, conforme a predeterminação do conselho de Deus. Certamente esse é o significado das Suas palavras àqueles que O prenderam: “Esta é a vossa hora e o poder das trevas” (Lc 22:53); isto é, “esta é a hora destinada pelo decreto de Deus para a realização da vossa obra; pois a multidão que vejo diante de Mim é dirigida pelo Poder das Trevas, que agora deve ter seu triunfo passageiro”.

           E tudo indica que a decisão de Satanás em usar ao máximo o poder colocado em suas mãos, como ele fez no caso de Jó, foi o que selou sua condenação. Pois, quando o Senhor indicou que a hora dos Seus sofrimentos e morte havia chegado. Ele disse: “Agora é o juízo deste mundo. Agora o príncipe deste mundo será lançado fora” (Jo 12:27-33). Assim o Diabo forneceu aos convertidos pagãos uma desculpa para continuarem com um culto favorito: a antiga veneração que eles dedicavam ao símbolo da vida (T), levando-os a negligenciar o seu reaparecimento absurdo como cruz entre os cristãos. O que se pretendia com essa introdução é evidente: o alvo era corromper a fé e materializar aquilo que deveria ser exclusivamente de caráter espiritual. Portanto, venerar a cruz é puro paganismo! Aquele que sofreu sobre a cruz por amor de nós é Quem deve ser venerado, adorado, cultuado e servido de todo o nosso coração, e alma, e força!

Fonte:
http://www.celebrandodeus.com/Artigos do autor G. H. Pember.
http://trigodecanaa.spaceblog.com.br/330604/A-ORIGEM-DA-CRUZ-NO-CRISTIANISMO/

Halloween folclóre ou culto a deuses?

 Antes de estudarmos a origem do hallowen quero deixar alguns textos da palavra de Deus para meditarmos:
(Deuteronômio 11:26) - Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição;
(27) - A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que hoje vos mando;
(28) - Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes.

Observe que a bíblia nos ensina que a condição para sermos abençoados e cumprir a palavra de Deus, preste atenção neste texto da palavra:
(Deuteronômio 18:9) - Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.
(10) - Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; (11) - Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; (12) - Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. 

Preste atenção no significado da palavra abominação
abominação
(latim abominatio, -onis)
s. f.
1. Acto ou efeito de abominar.
2. Sentimento misto de desprezo, ódio e horror.
3. Coisa que desperta esse sentimento.

Cuidado meus amados, nos estamos permitindo que cultura de adoração a deuses estranhos se infiltrem em nossos lares e algumas vezes dentro da igreja, com isso trazendo maldição sobre as nossas vidas.

Sabias são as palavras do apostolo Paulo:(I Corintios 10:23) -  Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
Cuidado não se iluda nem toda festa "alegria" agrada o coração de Deus, pois ele e um Deus zeloso e não divide sua gloria com ninguém, satanás tem tentando levar as pessoas a cultuar a ele através de um disfarce cultural, e folclórico. Temos que ter uma posição. Não da para agradarmos a dois senhores!

Para entender um pouco sobre a origem do Halloween, precisamos voltar no tempo e conhecer outros povos e regiões encontrados hoje apenas em registros de livros e crendices populares. É do século VI a. C. os primeiros relatos referentes ao povo celta, que, de acordo com a história, surgiu originalmente na região leste do país que é conhecido hoje como Alemanha. Foi através dos seis séculos que tiveram de existência, que os celtas se consolidaram como um importante povo e se expandiram por diversas regiões da Europa, em especial a Irlanda. Tratava-se de uma população voltada para a agricultura e atividades de artesanato, que vivia em aldeias simples localizadas nas florestas ou próximo de cavernas e grutas. Porém, também era uma civilização ligada aos mistérios da vida, da natureza e que desenvolveram várias crenças relacionadas ao mundo não físico dos espíritos.

Os celtas se dividiam em várias classes e uma destas, considerada especial, era formada pelos druidas, que representavam os herdeiros e guardiões das tradições religiosas, ou melhor, os sacerdotes e magos da comunidade. Os druidas eram estudiosos da astronomia e da medicina, além de possuírem dons proféticos e acreditarem que a alma era imortal e podia reencarnar várias vezes. A instituição do druidismo foi um poderoso fator de unidade do mundo celta e, por isso, combatida pelos romanos durante as conquistas. Os druidas acreditavam em vários deuses e realizavam cerimônias e rituais que incluíam sacrifícios, inclusive humanos, em homenagem a esses deuses.

A cultura celta era extremamente bem organizada e o seu calendário era dividido em quatro meio trimestres, que na verdade representavam as estações do ano e eram adequadas às épocas para colheitas. O dia 31 de outubro era uma destas datas de transição marcando o fim do ano céltico e o começo da entrada para o inverno, ou seja, anunciava uma época em que não haveria colheita e deveria ser de privações. Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain, deus celta dos mortos e príncipe das trevas, voltava com os espíritos dos não vivos. Segundo a lenda, todos que morreram ao longo daquele ano regressavam à procura de corpos vivos para possuir e usar até a próxima noite de 31 de outubro.

A vigília de Samhain passou então a ser considerada pelo povo celta como um dia maldito e de azar, pois os vivos não queriam ser possuídos pelas almas que vagavam nesta noite. Fogueiras eram acesas nas colinas para afugentar tais espíritos, enquanto que as tochas dos vilarejos eram apagadas para que o local fosse considerado frio e sem vida pelas almas e estas não circulassem pelo lugar. Alguns grupos de moradores das aldeias utilizavam “fantasias” e máscaras a fim de assustar os espíritos que procuravam corpos para possuir.
Durante esta noite, os druidas realizavam cerimônias com objetivo de apaziguar as almas errantes para que elas seguissem em paz para uma outra esfera da consciência. Eles também acreditavam ter premonições e visões de coisas boas e ruins durante esta vigília, e utilizavam vários tipos de magia, inclusive através do fogo. Era na noite de Samhain que os druidas queimavam vivos os prisioneiros de guerra, criminosos e animais; enquanto observavam a posição dos corpos em chamas, eles diziam ter presságios e avisos.

Por ser considerada uma noite mística, os druidas acreditavam que outros seres da natureza, como bruxas, fadas e duendes também saiam de seus esconderijos no dia 31 de outubro para prejudicar os vivos. Mesmo com o fim da civilização celta, por motivos desconhecidos até hoje, no século I d.C., os habitantes locais permaneceram com várias de suas tradições, incluindo as celebrações e vigílias do dia 31 de outubro.
Porém foi a Igreja Católica quem foi responsável pelo nome Halloween tão popular hoje em dia. Era então século VIII d. C., quando os cristãos já celebravam uma data importante para a sua religião, o Dia de Todos os Santos, que serve para homenagear as importantes entidades religiosas já falecidas da Igreja, que diferente da cultura celta, não acreditava em contato com o mundo espiritual ou reencarnação. Foi nesta época que o império romano estava dominando várias regiões e impondo o Cristianismo como religião obrigatória. E para a Igreja Católica, a única maneira de manter os pagãos nas missas, era permitindo a prática de algumas tradições e costumes originais destes povos dominados.

Foi no ano de 835 d. C., que o papa Gregório III, permitiu que os territórios recém ocupados pela Igreja, como a Irlanda, combinassem o antigo ritual de Samhain com as tradições cristãs, sendo a partir desta data que o Dia de Todos os Santos, que era celebrado no mês de maio, fosse transferido para 1 de novembro. E do inglês antigo “Hallowed“, que significa “All Hallows Eve“, em bom português “Noite de Todos os Santos“, surgiu o termo Halloween. Em 1840, os primeiros imigrantes irlandeses, em busca de prosperidade, foram viver nos Estados Unidos, Canadá e outros países e junto com eles, levaram seus costumes.

Fica uma dúvida? Por que então existe uma forte referência no Halloween às bruxas, uma vez que a tradução literal da palavra não tem alusão qualquer a bruxaria? Tal explicação real é desconhecida para esta dúvida. Sabe-se que os antigos druidas acreditavam em bruxas e julgavam que na noite do dia 31 elas saiam de seus esconderijos fortalecidas pelo espírito de Samhain. Também de acordo com lendas celtas, as bruxas se reuniam duas vezes ao ano, nos dias 30 de abril e 31 de outubro. Porém, tudo não passa de especulações e lendas.

Com a chegada do século XX, os festejos de Halloween já possuíam identidade como os que conhecemos hoje, quando as crianças saem às ruas usando fantasias de bruxas e monstros e visitando as casas vizinhas para recolher doces e outras guloseimas. Os adultos também comemoram a data em festas a fantasia com música e bebida.

No cinema existem diversos filmes, dos mais variados gêneros que abordam o tema do Halloween, porém, a grande maioria, independente de terem resultados bons ou ruins, passa longe de qualquer explicação mais profunda sobre o tema. Claro que nos próximos dias 31 de outubro, a maioria das pessoas vai e deve comemorar o Halloween da atual forma como conhecem, com festas, músicas e brincadeiras, porém é importante saber que, séculos atrás, um povo que não mais existe, via nessa noite um momento especial do ano. Um período de magia, espiritualidade e medo que ficou perdido no tempo, assim como as histórias e mitos que deram origem ao Halloween.

Curiosidades:
- Um fato interessante é que foi na própria cultura celta que surgiu um dos jargões mais famosos do Halloween da atualidade. O “Trick or Treat“, em português “gostosuras ou travessuras“. Para o povo celta, os espíritos malignos eram apaziguados quando se deixava comida para eles. Com o passar do tempo, os mendigos começaram a pedir alimentos em troca de orações para pessoas mortas. Após o fim da civilização céltica, através de uma lenda irlandesa, a frase teria ficado marcada graças a um homem que conduzia uma procissão que tinha como objetivo arrecadar oferendas de agricultores para que as colheitas não fossem devastadas por demônios. O tal homem ameaçava então os plantadores para que eles dessem comida, caso contrário, sofreriam com a travessura das almas maléficas em suas plantações.

- As tradicionais cores utilizadas nas decorações e fantasias hoje no Halloween, laranja, roxo e preto, também têm origem celta. A primeira era considerada de grande vitalidade e energia. Durante a noite de Samhain, os espíritos se aproximavam dos vivos, em especial dos que utilizassem roupas com o laranja, para sugar a energia encontrada na cor. O preto era utilizado em cerimônias religiosas por ser considerado cor de mestres enquanto o roxo representava a magia ritualística.

- Várias das tradições trazidas pelos imigrantes irlandeses foram mantidas, porém seria normal que com o passar do tempo acontecessem mudanças de alguns aspectos da celebração. Umas destas principais adaptações aconteceu com um dos símbolos máximos do Halloween, as lanternas feitas em abóboras, conhecidas como Jack-O-Lanterns. De acordo com uma lenda irlandesa, um homem chamado Jack encontrou com o diabo no dia 31 de outubro, mas conseguiu enganá-lo evitando a morte. Porém, um ano depois, na mesma data, Jack faleceu e foi proibido de entrar no céu por ser um homem grosso e avarento. Sem alternativa, foi para o inferno, porém o diabo não permitiu que ele ficasse ali. Com pena da alma penada, o diabo joga uma brasa para que esta vague eternamente pelo limbo. Para que ela não se apagasse, Jack a colocou dentro de um nabo. Quando a tradição chegou à América, as lanternas de Halloween começaram a serem feitas em abóboras, por serem maiores e mais abundantes. De acordo com a lenda, é possível ver nas áreas rurais irlandesas uma luzinha fraca na noite de Halloween por entre as árvores. Trata-se de Jack procurando por um lar.

Pastor João Campos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A verdade sobre símbolos religiosos, tatuagem e piercing

Livreto Ferramenta - Combatendo Seitas e Heresias II - pgs.: 33, 34 e 35 Vivemos uma época permeada por símbolos, enraizados no ocultismo e em crenças pagãs da antiguidade. Transmitem mensagens e imprimem padrões comportamentais. Confronte-os com a Bíblia

SÍMBOLOS DA NOVA ERA

O grego symbállein dá a idéia de reunir realidades: "Se o símbolo se identificar completamente com aquilo que representa ele será adorado, como no caso da cruz."

Analise alguns à luz da Bíblia:

1. Arco-íris pela metade - pretende ligar o homem a Lúcifer.

Conduz ao inferno (Is 14.12-15; Ap 20.1-3, 10; Ez 28.11-19; Lc 10.18)

2. Fitas entrelaçadas - união infinita amarrada às forças cósmicas.

O cosmos será destruído (Is 24.19-20; 51.6-8; II Pe 3.7,10,12; Ef 1.10)

3. Yin Yang - coexistência pacífica, equilibrada entre o bem e o mal.

O bem está acima do mal (Lc 10.18; Is 5.20, 24; 1 Ts 5.4-11; 1 Jo 1.5)

4. Urano - rege a harmonia da pessoa com a mente universal aquariana.

A consulta aos astros leva à ruína (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 17.2-5)

5. O olho da pirâmide - representação da divindade sobre a terra.

É abominação (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; 2.12-18; Jr 43.12-13)

6. Cruz de Nero - pé de galinha (logo do movimento hippie), símbolo da paz sem Cristo.

Temos paz em Cristo (Jo 14.27;16.33; Is 9. 6; Fp 4. 7; CI 1.20; Rm 14.17)

7. Estrela de seis pontas - simboliza a evolução e involução.

Não há reencarnação (Hb 9.27; Jo 11.25, 26; 5.24; IJo 5.11-13) "'


CAMISETAS, ADESIVOS, TÉNIS E BONÉS COM SÍMBOLOS

1. Desenho de escorpião, serpentes e dragões (Lc 10.18-19; Ap 20.2)

2. Figuras egípcias (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; Jr 43.12-13; 44.8)

3. Formas sensuais (I Pe 2.16; Mt 5.28; Ef 5.3; Cl 3.5-6; Is 57.8 e 17)

4. Magos e figuras esotéricas (Ez 8.5-18;13.18-21;Is 57.1-13; Lv 19.31)

5. Estampas de astros e signos (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 4.19; 17.2-5)

6. Expressão de anjos e demônios (Ex 20.4; I Co 10.20, 23; I Ts 5.1-11)

7. 666 e símbolos satânicos (Ap 16.13; Ap 19.20; I Cor 10.20)

8. Gestos obscenos e maliciosos (I Pe 2.16; Ef 4.31; Ti 3.3-4; I Ts 5.22)

9. Caveira, morte e trevas (Jo 10.10; 3.19-21; Lc 23.33; Ez 37.1-12)

10. Danças ritualísticas (Analise Cl 3.17; I Pe 1.15; II Pd 3.9-12)


O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DA TATUAGEM

O Dicionário de Símbolos de J.E. Cirlot diz que "o simbolismo genérico engloba tatuagem e ornamentação como atividade cósmica, incluindo sentido sacrificial, místico e mágico. Veja alguns pontos:

1. A tatuagem pode ser um sinal de propriedade e pacto místico

No oriente (China, Japão), a tatuagem estava vinculada às divindades configuradas no símbolo. Os líbios tatuavam-se para a deusa Neit, os egípcios para Atargatis e na Síria para deuses diversos.

"Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto dos deuses-demoníacos e era praticada durante ritos dedicados por feiticeiros. O sangue que brotava das feridas, o qual, segundo criam, levava consigo os espíritos malignos." "Dá idéia de consagração." O pacto era feito para se incorporar a entidade do desenho: escorpião, demônios (I Co 10.20-21)

2. A tatuagem pode identificar o grupo e ser usada como talismã.

Na Polinésia identificava o clã e a hierarquia. Na Europa do séc. XVII ela passou a ser propagada pelos marujos como talismã, distinguindo-os dos demais. A máfia japonesa, yakuza, surfistas, metaleiros, presidiários, fazem o mesmo. Os nazistas tatuavam judeus para ofenderem sua fé (I Co 3.16-17; 6.19-20; I Ts 5.5).

3. A tatuagem pode expressar anarquismo e rebeldia

A palavra tattoo, propagada por James Cook, refere-se ao som dos ossos finos usados na aplicação da tatuagem. A máquina elétrica foi patenteada por Samuel O'Relly em 1891, em Nova York, e chegou ao Brasil em 1959. A onda atual que inclui o piercing vem dos hippies e punks e da influência do rock pesado. Essa herança comunica rebeldia a Deus, à família e às autoridades. Defende a liberdade sexual e a Nova Era (Ef 5.6-13; I Ts 5.22; Cl 3.17; 2.6).


OS PERIGOS DA TATUAGEM E A BÍBLIA

Este estudo fala apenas da origem da tatuagem. Muitos a usam por razões próprias (I Co 8.9; Rm 14.12). Mas, há riscos de contrair o vírus HIV, hepatite, infecções bacterianas e virais. Se você fez a tatuagem sem orientação, a liderança da Igreja local lhe dirá como agir.

"... e escrita de tatuagem não porei em vós" (A Torá -tradução judaica). "Não façam cortes no corpo por causados mortos, nem tatuagens em si mesmos" (Lv 19.28 - NVI - Nova Versão Internacional da Bíblia).


O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DO PIERCING

A revista Época de 25/02/2002 aponta diversos perigos do piercing:

Língua - Pode provocar fendas nos dentes e infecção geral.

Sobrancelha - Inchaço e dor impedem a higienização correta do local e abre caminho para infecções.

Umbigo - A pele pode ficar irritada com reações alérgicas.

Nariz - Danifica os vasos sanguíneos e produz cicatrizes."'

Em Ex 21.6 perfurar a orelha simbolizava um pacto de escravidão. Roland de Vaux, ex-diretor da École Biblique de Jerusalém, diz:

"As leis antigas da Mesopotâmia presumem que o escravo seja marcado, como uma rês, com uma tatuagem, um estigma feito com ferro em brasa ou ainda com unia etiqueta presa a seu corpo (Dt 15.17). ...Sinal de identidade. como as tatuagens dos cultos helenísticos."


UM SINAL DE ESCRAVIDÃO

Deus aprovaria algo que chega a mutilar o templo do Espírito Santo? Veja o alerta que a Bíblia faz em I Cor 3.16-17. Existe a tese de que os locais mais perfurados estejam relacionados à salvação e que, como certos adornos, o piercing constitui uma tranca que aprisiona a alma (Ez 13.18-21). Um sinal visível de escravidão espiritual. Leia os textos abaixo, faça sua própria avaliação e tire suas conclusões:

1. Nariz - fôlego de vida (Gn 2.7; 7.22-24; Is 2.22, 42.5; Ec 3.19, 21)

2. Boca - confissão (Rm 10.8-9;IJo 1.9; Mt 15.18;21.16; Tg 3.10; Pv 21.23)

3. Sobrancelhas (olhos) - mente (Mt 6.22-23; Ef 1.17-18, 4.18; II Co 4.4)

4. Orelha - ouvir e crer (Rm 10.14-18; Hb 3.15; Is 6.10; Jr 17.23; Ap 3.6)

5. Umbigo (ventre) - sede da vida (Jo 7.38-39; 4.14; Fp 3.19; Rm 16.18)

Segundo a Clínica Mayo (EUA), numa pesquisa feita com 454 estudantes, um em cada dez usuários do piercing sofreu infecção. A Universidade de Yale informou que uma garota de 22 anos sofreu infecção no cérebro, causada por um piercing de língua. As bactérias da boca chegaram ao cérebro pelo sangue. Você sabia que a lei 9.828/97(SP) proíbe essa prática para menores e que A. La Vey, fundador da Igreja de Satanás, defendia a tatuagem e o piercing, por entender que são rejeitados em Lv 19.28 e Dt 14.1-2, e que certas tatuagens são propagandas do mal ?(Lc 10.18-20; 10.3; 20.2). O que você diz de Is 3.18-21,1 Cor 3.16.17; 6.19-20, Rm 12.1-2?


O CRISTÃO DEVE USAR PIERCING OU TATUAGEM?

O pluralismo corrói insidiosamente o cristianismo. Para muitos o piercing e a tatuagem é apenas uma questão cultural. Entretanto, "o Evangelho nunca é o hóspede da cultura; ele é sempre seu juiz e redentor," pois parte dela é demoníaca.'' O cristão está na
contramão (Tg 4.4; I Jo 2.15; Rm 12.1-2). Que prática você deve rejeitar?

1. Se traz escândalo ou fere a consciência alheia (Mt 18.7; Rm 14.21)

2. Se deforma a dignidade humana (II Cor 4.2;C13.17; I Cor 6.12)

3. Se a natureza da prática dá lugar à carne, envolve magia, ocultismo, idolatria, exploração, malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25)

4. Se apresenta alguma aparência do mal (I Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16)

5. Se viola a autoridade dos pais, pastor, governo (Rm 13.2; Tt 1.9-10)

6. Se traz dúvidas ao coração ou à consciência (Rm 14.22; I Jo 3.20)

7. Se não traz edificação ou a glória de Deus (I Cor 6.19-20; 10.23)

Para J.R. Stott "somos diferentes de tudo no mundo que não é cristão e esta contra-cultura cristã é a vida do Reino de Deus." Por fim, H.R. Niebuhr apresenta Cristo como o transformador da cultura.


É VERDADE QUE A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS?

A Moda, a Liberdade e a Cultura da Imagem

Fausto Rocha responde: A voz do povo não é a voz de Deus" Foi o povo que gritou: Fora com este (Jesus). Crucifica-o! (Lc 23.18-23) Não é porque bilhões de moscas visitam o lixo diariamente que você fará o mesmo. A realidade virtual explorada nos veículos culturais (TV, internet, cinema e a arte), comandada por inteligência artificial transformou-se na própria cultura. Dita a moda, valores e padrão de vida, aversos a Deus. As perguntas abaixo guiarão você:

1. Isto prejudicará outros ou fará mal ao meu corpo? (I Cor 8.9-13)

2. Em meu lugar, o que faria Jesus? (I Pd 2.21;1 Jo 2.6;C12.6;Jo 13.15)

3. Posso testemunhar da minha fé enquanto faço isso? (I Pd 3.15)

4. Minha consciência terá paz se eu fizer assim? (ITm 1.19;1 Jo 3.10)

5. Meu pastor está de acordo com essa atitude? (Hb 13.7,17; Rm 13.2)

Conforme a confissão de Westminster, "Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória Dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela."


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